"A Benediction for the Lampstands: Rest for Those Who Serve."
As the day folds into stillness,
and the weight you’ve carried finds its shelf,
may you feel a presence in the midst—
not distant, not aloof,
but the One who stands among the lampstands,
holding even the stars in His scarred hands.
Yes, to us belong confusion of face,
like those in Daniel’s prayer—
aware of how often we’ve turned aside,
how we’ve missed the holy in the human,
the “least of these” in the weary, the ragged, the unmet.
Yet to Him belongs mercy.
Mercy that meets us in the mess.
So when the memory of Sunday’s vision returns—
the hair like white wool, the eyes like flames,
the voice like many waters—
may you hear it now as a lullaby.
The same feet glowing like bronze in a furnace
now walk softly beside your bed.
The same voice that said “I am alive forevermore”
whispers, “Rest now. I hold your forever.”
And for tomorrow—
when you rise,
may you carry a little humor into the holy ache of the world.
Remember that Christ, in glory, still bears a body—
a human body, glorified, but a body still.
Which means He knows the mundane, the awkward, the sore feet, the bad sleep.
He gets it.
So when you serve, or stumble, or smile at a stranger,
do it with a chuckle at how ordinary it seems,
and how cosmic it truly is.
For the One in the Midst once said,
“When you did it to the least… you did it to me.”
So maybe that tired cashier, that impatient driver, that lonely neighbor—
they’re His sneaky, hidden way of giving you a chance to serve Him
face-to-face.
A divine comedy of kindness.
Tonight, you are seen.
Not as a problem to be fixed,
but as a lampstand to be tended.
He trims your wick.
He fills your oil.
He is in the midst.
And He is not weary.
Sleep, beloved.
The First and the Last has the first and last watch.
And He’s got you.
Amen.
Uma Benção Noturna para a
Alma Cansada
"Uma bênção para os
candelabros: descanso para aqueles que servem."
À medida
que o dia se dobra em quietude,
e o peso que você carregou encontra sua prateleira,
que você sinta uma presença no meio —
não distante, não indiferente,
mas Aquele que está entre os candeeiros,
segurando até as estrelas em Suas mãos marcadas.
Sim, a nós
pertence a vergonha do rosto,
como na oração de Daniel —
conscientes de quantas vezes nos desviamos,
de como perdemos o sagrado no humano,
nos "menores destes" no cansado, no esfarrapado, no desassistido.
Mas a Ele pertence a misericórdia.
Misericórdia que nos encontra na bagunça.
Então,
quando a memória da visão de domingo voltar —
os cabelos como lã branca, os olhos como chamas,
a voz como o som de muitas águas —
que você a ouça agora como uma canção de ninar.
Os mesmos pés que brilham como bronze numa fornalha
agora caminham suavemente ao lado da sua cama.
A mesma voz que disse “Estou vivo para todo o sempre”
sussurra: “Descanse agora. Eu seguro o seu ‘para sempre’.”
E para
amanhã —
quando você se levantar,
que você leve um pouco de humor para a sagrada dor do mundo.
Lembre que Cristo, em glória, ainda carrega um corpo —
um corpo humano, glorificado, mas ainda um corpo.
O que significa que Ele conhece o mundano, o estranho, os pés doloridos, o sono
ruim.
Ele entende.
Então, quando você servir, ou tropeçar, ou sorrir para um estranho,
faça com um riso leve sobre quão comum parece,
e quão cósmico realmente é.
Pois Aquele que está no Meio uma vez disse:
“Quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.”
Então talvez aquele caixa cansado, aquele motorista impaciente, aquele vizinho
solitário —
sejam o modo discreto e escondido dEle de lhe dar uma chance de servi-Lo face a
face.
Uma divina comédia da bondade.
Esta noite,
você é visto.
Não como um problema a ser consertado,
mas como um candeeiro a ser cuidado.
Ele aparou seu pavio.
Ele encheu seu azeite.
Ele está no meio.
E Ele não está cansado.
Durma,
amado(a).
O Primeiro e o Último faz a primeira e a última vigília.
E Ele está com você.
Amém.