Wednesday, August 12, 2015

Nove Passos para usar as medias sociais e Blogs sem perder o foco da missão.

Como em qualquer prática, existem extremos. Alguns pastores, lideranças e funcionários de comunidades e paróquias firmemente se recusam a se envolver em tecnologia, mídia social, ou blogs. No outro extremo, para alguns ministros há uma utilização indevida e abusiva das ferramentas úteis e meios de comunicação disponíveis para eles.

Após quase uma década de envolvimento em mídias sociais e, mais tarde, a blogosfera, eu já vi o melhor e o pior e já sofri o melhor e o pior. Então quero compartilhar um pouco do que aprendi.


1.      É preciso estar envolvido em tecnologia, mídia social e blogs. É missiologicamente  irresponsável não ser. É aí que o campo missionário crescente reside, e você precisa estar entre eles.
2.      Seja informal a maior parte do tempo. Mídias sociais e blogs são conversas; Têm, assim, certa informalidade entre eles. Há um lugar para escritas formais, mas não é aqui. Não custa dizer, informalidade e gramática pobre não são nunca foram e nunca serão sinônimos.
3.      Também não seja demasiado informal. Podemos ficar muito relaxados e escrever ou postar coisas que depois, mais tarde, nos arrependemos. Ser informal não significa ser idiota ou irracional.
4.      Cuidado com seu tom. Diferentes pesquisadores têm observado que vemos muito dos nossos próprios escritos e postagens nos meios de comunicação social como mais amigáveis do que provavelmente os leitores percebem. Nota-se que nas mídias sociais as pessoas são bem menos amigáveis do que seriam normalmente,, algumas vezes até raivosas. Mas não me pergunte como você mede escritos amigáveis, em todos os casos vale sempre a máxima, “o que estou escrevendo constrói ou destrói?”.
5.      Leia seus escritos em voz alta. Dificilmente isso tira muito do seu tempo. Você vai perceber coisas que você não faria de outra forma, e ele pode te salvar de um monte de constrangimento.
6.      Abrace o humor, mas faça-o com muita cautela. Foi-me dito em muitas ocasiões que eu sou sarcástico. Eu gosto de ser bem-humorado, mas meus escritos às vezes podem ser interpretados diferentemente pelos meus leitores. Mais uma coisa, uma postagem pode ser de humor e isso não quer dizer chulo!
7.      Evitar ou, pelo menos, minimizar, siglas e emoticons. Muitas pessoas não sabem o que essas letras significam. E se você usar demais alguns, como omg, lol, ou sqn, pode parecer um adolescente tolo. Isso até pode ser uma implicância pessoal minha e muitas pessoas discordam de mim. Particularmente eu gostaria que emoticons não fossem usados jamais e que se usasse um português claro!
8.      Não se gabe nem use de falsa modéstia. Falsa modéstia é muito chato! Às vezes precisamos celebrar algumas grandes vitórias e grandes novidades. É nosso direito. O que nós não podemos é exagerar. No entanto pode ser especialmente irritante se o motivo da vanglória é uma falsa humildade.
9.      Lembre-se: A Internet é permanente. Não existe tal coisa como fazer suas palavras desaparecerem para sempre. Pode-se assegurar que alguém pode ter dado um control+c e um control+v de quase todas as coisas loucas ou idiotas escrito na Internet. E há um monte de gente inteligente que pode rastrear e encontrar coisas que você pensou que tinham sido excluídas. Muitos pastores,  lideranças e outras pessoas, têm perdido ou atrapalhado o seu futuro por não ser sábio na Internet. E mais comissões de eleição de pastores em paróquias e setores de recursos humanos em empresas e  estão fazendo checagens nas mídias sociais e de blogs sobre os candidatos. Seja muito prudente com o que você escreve ou o que você compartilha através de links e fotos.

É fato que a internet hoje é um grande campo missionário, em mídias sociais e na blogosfera. Precisamos, como em qualquer atividade, estar liderando o caminho para alcançar e ministrar as pessoas que estão lá. Mas precisamos fazê-lo graciosamente, sabiamente, e com grande discernimento.

Friday, August 07, 2015

Secos e Molhados - Rosa de Hiroshima

Thursday, June 11, 2015

Sobre o ser pastor

Eu tenho servido como pastor desde 1992. Para ser honesto, eu acho que muitas vezes pensei em desistir, jogar a toalha, pendurar as chuteiras a partir de muitas coisas que já me aconteceram no pastorado. No entanto, eu percebo que o Senhor me colocou no papel de pastor, apesar das dificuldades e dos muitos incômodos.
Eu tenho pensado sobre esse papel muito esta semana, quando foi o “dia do Pastor”, dia 10 de junho, e estávamos na CM intersinodal e R12. 
 Eu bem sei que o pastoreio inclui dias difíceis, alguns insuportáveis. Muitas vezes, "sugadores de energia" são uma pedra no sapato de um pastor. A preparação da prédica é demorada e muitas vezes complicada, tem textos bíblicos que não ajudam, mesmo. Muitos membros da Igreja lutam com a mudança que ameaça o status quo, com problemas de saúde, luto e econômicos, e o pastor tem de estar lá. No entanto, aqui estão algumas das razões pelas quais a gente se mantém no pastorado, apesar dos apesares!.
1.   A responsabilidade que o pastor carrega tem um significado eterno. Uma leitura rápida de Hebreus 13: 17b torna claro este ponto: "eles velam por vossas almas como quem há de prestar contas" (HCSB). Os pastores são subpastores, encarregados a partir da ordenação, chamado para cuidar e levar o rebanho a eles confiado. A responsabilidade é enorme - mas ainda assim é o privilégio.
2.   Um pastor partilha a vida com os outros e dos outros. O pastor é muitas vezes um dos primeiros a comemorar um nascimento. Ele está convidado a comemorar aniversários, formaturas, promoções. . . e o mais importante, a conversão cristã. Ele fornece um ombro em tempos de dificuldade, e ele está lá quando a morte ocorre. Que eu saiba, ninguém mais tem esse nível de oportunidade de caminhar pela vida com os outros.
3.   Um pastor prega a Palavra a cada semana para uma família da igreja particular. Ele começa a ajudar uma congregação entender a Palavra do Gênesis ao Apocalipse. A cada semana, ele tem oportunidade para cavoucar as Escrituras e, então, ajudar um corpo local de Cristo compreender e aplicar bem esta palavra. Que bênção para um pastor ver olhos que se iluminam quando alguém aprende uma nova verdade da Palavra!
4.   O pastor vê o poder transformador do evangelho no trabalho. Às vezes, ele é uma das poucas pessoas que conhecem a história do pecado de outra pessoa - e, portanto, ele sabe melhor o poder do evangelho. Sim, ele tem visto a tragédia, mas ele também tem visto famílias restauradas, filhos rebeldes retornam, viciados em liberdade, os fracos façam mais fortes, e os perdidos redimido.
5.   Um pastor tem oportunidade de aprender com os outros. O pastor é um professor, mas ele também tem uma congregação que pode ensiná-lo do mesmo modo. Eu consigo amar as comunidades hoje, porque um líder de comunidade me disse quando era um jovem pastor, "Se você estiver indo para ser o nosso pregador, é por que  você  deve estar comprometido com as com a palavra e Deus está comprometido contigo." Outros líderes me mostraram para a importância do trabalho em pequenos grupos, da visitação, da pregação. O tempo vai passando e os membros da igreja têm me ensinado ao longo dos anos.
6.   O trabalho de um pastor toca o mundo. O pastor prega a Palavra e pastores das ovelhas - e aquelas ovelhas compartilhar o evangelho com seus vizinhos e o mundo ao seu redor. Alguns dão suas vidas ao serviço missionário de tempo integral, e outros servem como voluntários de curto prazo, uns se envolvem no trabalho de diretoria ou presbitério, outros na coordenação de grupos, outros participam de grupos, como grupo de canto, coral, estudo bíblico, OASE... Se o evangelho floresce em algum lugar hoje, é porque um pastor um  dia desafiou a igreja a levar a sério a Grande Comissão (Mat. 28: 18-20).
7.   Os pastores não trabalham sozinhos. Deus não apenas chama pastores para o papel, mas Ele também os capacita a cumprir seu chamado por meio de Seu Espírito que neles habita. Deus, então, constrói a Sua igreja (Mat. 16:18), dando um pastor aos membros do Corpo, e dando ao pastor membros do Corpo, para andar com ele e servir ao lado dele. O trabalho pastoral pode ser solitário às vezes, mas pastores nunca estão sozinhos.

8.       Há sempre um dia melhor por vir. Sem dúvida, os pastores enfrentam desafios difíceis. A esperança, porém, nunca é perdida. Os pastores que pregam a fé também tem o privilégio de marchar em frente com fé. Deus ainda reina, e Ele irá completar Seu plano.

Saturday, May 16, 2015

Quatorze principais razões para a quebra da unidade de uma paróquia.

Às vezes temos que enfrentar a realidade de uma doença antes que estejamos dispostos a procurar tratamento. Por favor, leia a próxima frase com cuidado. Uma das maiores doenças em nossas igrejas é a desunião. De fato, muitos dos problemas que nós pensamos que temos são realmente apenas os sintomas da desagregação da unidade na igreja.
A igreja primitiva em Jerusalém prosperou porque era muito unida. Atos 2:47 diz: "(Eles estavam) Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar"(Almeida CR). A frase "na graça de todo o povo" se refere àquelesque estão do lado de fora olhando para o povo da igreja e seu. Eles viram uma igreja altruísta e unificada, e assim foram atraídos por ela.
Então, quais são algumas das razões principais que nós estamos vendo o colapso da unidade em nossas igrejas, paróquias e comunidades? Embora a lista não é exaustiva, permita-me compartilhar quatorze dessas razões.
1.    Fofoca. Os membros da Igreja falam do próximo em vez de falar com o próximo. Paulo chama de membros da igreja que fofoca pessoas "cheios de toda injustiça" (Romanos 1:29).
2.    Ações camufladas na escuridão. Eu já ouvi de um presbitério e de alguns membros de grupos de paróquia que trabalhavam nas trevas para “se livrar” um pastor sem nunca se encontrar com ele primeiro ou dando-lhe razões para sua demissão. E, depois do fato acontecido, eles se recusaram a responder aos outros membros da paróquia que estavam fazendo perguntas.
3.    Omissão em enfrentar valentões da igreja. Alguns membros da igreja buscam o poder em uma igreja eles que eles não podem conseguir obter em outros lugares. Eles, na maioria das vezes, são desonestos e perigosos. Eles devem ser confrontados com coragem, mas raramente se tem esta coragem, pois são formadores de opinião.
4.    Membros que só querem auto-serviço da igreja. Alguns membros da igreja insistem em obter o seu jeito para tudo, desde o estilo de adoração e louvor, estilo de liturgia, ordem de culto, de adoração, de organização. Os Membros da igreja com base bíblica, no entanto, são altruístas e mais preocupados com os outros.
5.    A falta de oração. Uma comunidade ou paróquia onde não se ora junto é suscetível de fragmentar-se em grupos de interesses especiais e de grupos  sem intercomunicação. Formam-se ilhas de interesse.
6.    O medo do confronto. Este é muito complicado! Muitas vezes, por vezes demasiadas, os membros da Igreja preferem varrer os problemas para debaixo do tapete do que lidar com eles. Temos muitas histórias de presbíteros e de ministros e ministras com problemas dos mais diversos. Toda a paróquia sabia e comentava por fora, mas ninguém queria lidar com isso.
7.    Adotando o espírito hipercrítico da cultura hodierna. Esta realidade é especialmente verdadeira em blogs e mídias sociais. Eu vi muitos pastores que fizeram ataques ou que foram atacados publicamente no Twitter e Facebook. Os radicalismos expostos nas mídias sociais que levam pessoas de uma mesma fé se atacar publicamente. Da mesma forma como devemos nos relacionar amorosamente nas comunidades precisamos fazê-lo nas mídias sociais!
8.    Baixas expectativas. Muitas igrejas não têm diretrizes claras sobre o que significa ser uma parte do corpo de Cristo. quando você espera muito pouco dos membros, é exatamente o que se vai conseguir. E alguns deles vão usar o seu tempo ocioso para fofocar, criticar e destruir.
9.    Sem disciplina na igreja, paróquias sem planejamento estratégico. As maiorias das paróquias com as quais tenho familiaridade não têm nenhum processo para planejamento em longo prazo de suas ações. Na maioria das vezes se age reativamente aos processos que ocorrem não se procura trabalha-los em um plano de ação que envolve todos os membros.
10. Igrejas conhecidas mais por aquilo que são contra e não o que eles estão a fazer. Esta negatividade se torna onipresente na congregação e destrói a unidade da Igreja. A igreja é mais conhecida pelas suas proibições do que por seus atos de amor ao próximo. A lei acaba sendo muito mais forte que o Evangelho.
11. Medo de perder membros. Comunidades e presbitérios tem se  atormentado por um espírito de divisão causada por um membro em particular que ameaça ir para outra denominação se não fizerem como este quer. Nenhum membro da diretoria confronta este membro da comunidade porque não quer perder mais um dos que contribuem financeiramente para a comunidade.
12. Falha em viver de acordo com o evangelho. Não existe membro que consiga causar divisão em acordo com o evangelho. O que vem de Deus não vem para separar, nem dividir. O que leva à divisão são os diversos interesses individuais ou de grupos.
13. Grupos de poder. Muitas vezes os “valentões da igreja” conseguem formar grupos de aliados para conseguir poder. Eles podem ser grupos informais, ou eles podem ser grupos formais como presbíteros, diáconos, funcionários, ou comitês de pessoal.
14. A silenciosa e apavorante maioria. Um membro da igreja disse que nem sempre é bom saber a verdade. Tal afirmação não é bíblica e sintomática dos membros que deixam o mal exista, porque eles têm medo de enfrentá-lo e estes sempre são a maioria da comunidade.
Um dos maiores problemas em nossas paróquias e comunidades é a quebra da unidade. É insidiosa e debilitante, desanimadora e destrutiva.
Paulo nos exorta "a andar de maneira digna da vocação que recebemos, com toda a humildade e mansidão, com paciência, aceitar uns aos outros em amor, diligentemente guardar a unidade do Espírito com a paz que nos une" (Efésios 4: 1-3 ).
Jesus disse em João 13:35: "Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros."

A desagregação da unidade da Igreja é um dos problemas mais críticos em nossas igrejas hoje. Você é parte da solução? Se não é, é parte do problema. Precisamos buscar sempre a unidade, pois o amor de Deus é que nos guia e nos une.

Wednesday, April 08, 2015

Nove maneiras de lidar com os valentões da Igreja

Nove maneiras de lidar com os valentões da Igreja


No meu post anterior eu lidei com os traços de valentões da igreja, com os que causam bullying na igreja. E o pessoal deu retorno. Passo agora do descritivo para prescritivo. Como lidar com estes valentões da igreja? Como lidar com estes bullyes na igreja? O que podemos fazer para evitar esse assédio moral? Aqui estão nove das minhas sugestões:
1.      Lutar contra o bullying com o poder da oração. Os alvos mais comuns de valentões da igreja são o pastor e o presbitério, ou seja, contra os que se envolvem com a comunidade. Devemos encorajar todos em uma pastoral vocacional e pedir humildemente para que as pessoas orem por eles, a diretoria e os ministros e as ministras, diariamente. Pessoas que oram pelos ministros e pela diretoria, um ou dois minutos por dia passam força para estes, e também se sentem emocionalmente envolvidos. As orações de intercessão podem ser breves, mas podem ser poderosas para envolver a comunidade no cuidado com as lideranças. Nós, ministros e ministras da IECLB, temos dificuldades em nos incluir nas orações de intercessão, mas nestas a comunidade se sente responsabilizada. Grupos de estudo bíblico, OASE, LELUT, casais, corais, etc..., colocar os grupos para orar pelas lideranças em bom começo.
2.      Procure ter um grupo Atos 6 na igreja. Refiro-me especificamente à maneira pela qual a igreja de Jerusalém lidou com a murmuração e  a reclamação. Eles designaram um grupo para cuidar das viúvas que estavam sendo esquecidas na distribuição diária de alimentos. A sete pessoas que foram designadas para a tarefa foram, assim, não só para fazer esse ministério de atendimento aos esquecidos, mas eram também para preservar a unidade da igreja. As igrejas precisam de grupos ou informais ou formais que vêem o seu ministério em como lidar com o conflito, as queixas, e dissensão para que a unidade seja preservada. Os bullyies são criadores de conflitos, um grupo gerenciador de conflitos e dissenções e trabalham muito com os “esquecidos”.
3.      Ter uma igreja alta expectativa. Buscar entre os membros pelas expectativas destes e auxiliar estes a ter grandes expectativas de formação em sua comunidade. Igrejas com maior expectativa bíblica tendem a ser mais unificadas, mais focadas na Grande Comissão (Mt 28.19-20), mais biblicamente definidas e orientadas mais para o serviço a partir da fé. Simplificando, igrejas grande expectativa não oferecem um ambiente propício ao bullying.
4.      Incentivar os membros a falar e enfrentar os valentões da igreja. Bullying prospera em uma igreja onde a maioria permanece em silêncio com medo de valentões da igreja. Bullies tendem a recuar quando confrontado por fortes pessoas na igreja e com conhecimento de causa. Nós só precisamos de mais lideranças fortes e com formação na igreja. Se há formação para as lideranças estas não serão manipuladas, bem como se há formação completa para os membros. Catecumenato permanente, era como se chamava no passado, formação continuada hoje. Vamos tirar a PEC – Plano de Formação Contínuada – das estantes!
5.      Certifique-se a direção da comunidade ou paróquia não se torne um instrumento útil para os valentões da igreja – nos sínodos também. Muitas igrejas têm estruturas e linhas de prestação de contas ambíguos. A política de prestação de contas é fraca e mal definida. Assembleias mal frequentadas e de baixa participação, reuniões de diretoria com pouca frequência e decisão unilateral. Reuniões em que se decide uma coisa e se executa outra. Bullies aproveitam a ambiguidade e interpretar as coisas de acordo com as suas necessidades nefastas.
6.      Esteja disposto a exercer a disciplina na igreja. Disciplina da Igreja é um essencial esquecido de muitas igrejas.Na IECLB se desempoderou os ministros e  ministras e estes não puderam mais executar a disciplina fraterna – Nossa Fé Nossa Vida – por medo de serem demitidos. Bullies precisam saber que há consequências para suas ações, e disciplina fraterna na Igreja pode ser uma delas.
7.      Ter um processo saudável de colocar as pessoas com melhor qualificação em posições de liderança na igreja. Bullies muitas vezes são capazes de empurrar as pessoas menos qualificadas que se encontram em posições de liderança, pois se apresentam com um pseudo preparo. Deve haver um processo espiritual e estrategicamente projetado para escolher e recrutar pessoas para cargos de liderança e dar formação para estas lideranças.
8.      Ter um processo saudável para escolher e  instalar pessoal da igreja. Por exemplo, um erro flagrante seria a escolha de uma diretoria sem ânimo, simplesmente porque ninguém mais apareceu. Outro problema é descompasso entre ministros e presbitério. Se o ministro, ou a ministra, e a nova equipe de presbitério não têm uma boa química, um valentão igreja pode rapidamente jogar um contra o outro. Uma equipe, presbitério e ministros, que funciona como um time, como uma igreja unificada é um grande obstáculo para um valentão na igreja.
9.      Incentivar um ambiente de celebração na igreja. Igrejas alegres, celebrativas, dissuadem agressores. Eles gostam de igrejas sombrias e divididas.

Assédio moral na Igreja é mais bem difundido do que muitas vezes gostamos de admitir. Espero que estas nove sugestões possam ajudar a manter os valentões de sua igreja no seu devido lugar. Falemos à respeito disto!

programa de 08 de abril de 2015