Monday, August 31, 2015
Wednesday, August 26, 2015
Wednesday, August 19, 2015
Wednesday, August 12, 2015
Nove Passos para usar as medias sociais e Blogs sem perder o foco da missão.
Como em qualquer prática, existem extremos. Alguns pastores,
lideranças e funcionários de comunidades e paróquias firmemente se recusam a se
envolver em tecnologia, mídia social, ou blogs. No outro extremo, para alguns
ministros há uma utilização indevida e abusiva das ferramentas úteis e meios de
comunicação disponíveis para eles.
Após quase uma década de envolvimento em mídias sociais e,
mais tarde, a blogosfera, eu já vi o melhor e o pior e já sofri o melhor e o
pior. Então quero compartilhar um pouco do que aprendi.
1.
É preciso
estar envolvido em tecnologia, mídia social e blogs. É missiologicamente irresponsável não ser. É aí que o campo
missionário crescente reside, e você precisa estar entre eles.
2.
Seja
informal a maior parte do tempo. Mídias sociais e blogs são conversas; Têm,
assim, certa informalidade entre eles. Há um lugar para escritas formais, mas
não é aqui. Não custa dizer, informalidade e gramática pobre não são nunca
foram e nunca serão sinônimos.
3.
Também não
seja demasiado informal. Podemos ficar muito relaxados e escrever ou postar
coisas que depois, mais tarde, nos arrependemos. Ser informal não significa ser
idiota ou irracional.
4.
Cuidado
com seu tom. Diferentes pesquisadores têm observado que vemos muito dos
nossos próprios escritos e postagens nos meios de comunicação social como mais
amigáveis do que provavelmente os leitores percebem. Nota-se que nas mídias
sociais as pessoas são bem menos amigáveis do que seriam normalmente,, algumas
vezes até raivosas. Mas não me pergunte como você mede escritos amigáveis, em
todos os casos vale sempre a máxima, “o que estou escrevendo constrói ou
destrói?”.
5.
Leia seus
escritos em voz alta. Dificilmente isso tira muito do seu tempo. Você vai perceber
coisas que você não faria de outra forma, e ele pode te salvar de um monte de constrangimento.
6.
Abrace o humor,
mas faça-o com muita cautela. Foi-me dito em muitas ocasiões que eu sou
sarcástico. Eu gosto de ser bem-humorado, mas meus escritos às vezes podem ser interpretados
diferentemente pelos meus leitores. Mais uma coisa, uma postagem pode ser de
humor e isso não quer dizer chulo!
7.
Evitar
ou, pelo menos, minimizar, siglas e emoticons. Muitas pessoas não sabem o
que essas letras significam. E se você usar demais alguns, como omg, lol, ou sqn,
pode parecer um adolescente tolo. Isso até pode ser uma implicância pessoal
minha e muitas pessoas discordam de mim. Particularmente eu gostaria que
emoticons não fossem usados jamais e que se usasse um português claro!
8.
Não se
gabe nem use de falsa modéstia. Falsa modéstia é muito chato! Às vezes precisamos
celebrar algumas grandes vitórias e grandes novidades. É nosso direito. O que
nós não podemos é exagerar. No entanto pode ser especialmente irritante se o
motivo da vanglória é uma falsa humildade.
9.
Lembre-se:
A Internet é permanente. Não existe tal coisa como fazer suas palavras
desaparecerem para sempre. Pode-se assegurar que alguém pode ter dado um control+c
e um control+v de quase todas as coisas loucas ou idiotas escrito na Internet.
E há um monte de gente inteligente que pode rastrear e encontrar coisas que
você pensou que tinham sido excluídas. Muitos pastores, lideranças e outras pessoas, têm perdido ou atrapalhado
o seu futuro por não ser sábio na Internet. E mais comissões de eleição de
pastores em paróquias e setores de recursos humanos em empresas e estão fazendo checagens nas mídias sociais e de
blogs sobre os candidatos. Seja muito prudente com o que você escreve ou o que
você compartilha através de links e fotos.
É fato que a internet hoje é um grande campo missionário, em
mídias sociais e na blogosfera. Precisamos, como em qualquer atividade, estar
liderando o caminho para alcançar e ministrar as pessoas que estão lá. Mas
precisamos fazê-lo graciosamente, sabiamente, e com grande discernimento.
Friday, August 07, 2015
Wednesday, August 05, 2015
Tuesday, August 04, 2015
Wednesday, July 29, 2015
Wednesday, July 22, 2015
Wednesday, July 15, 2015
Wednesday, July 01, 2015
Wednesday, June 24, 2015
Wednesday, June 17, 2015
Thursday, June 11, 2015
Sobre o ser pastor
Eu tenho servido como pastor desde 1992. Para ser honesto, eu acho que
muitas vezes pensei em desistir, jogar a toalha, pendurar as chuteiras a partir
de muitas coisas que já me aconteceram no pastorado. No entanto, eu percebo que
o Senhor me colocou no papel de pastor, apesar das dificuldades e dos muitos incômodos.
Eu tenho pensado sobre esse papel muito esta semana, quando foi o “dia
do Pastor”, dia 10 de junho, e estávamos na CM intersinodal e R12.
Eu bem sei que o pastoreio inclui
dias difíceis, alguns insuportáveis. Muitas vezes, "sugadores de
energia" são uma pedra no sapato de um pastor. A preparação da
prédica é demorada e muitas vezes complicada, tem textos bíblicos que não
ajudam, mesmo. Muitos membros da Igreja lutam com a mudança que ameaça o
status quo, com problemas de saúde, luto e econômicos, e o pastor tem de estar
lá. No entanto, aqui estão algumas das razões pelas quais a gente se
mantém no pastorado, apesar dos apesares!.
1. A responsabilidade
que o pastor carrega tem um significado eterno. Uma leitura rápida de Hebreus
13: 17b torna claro este ponto: "eles velam por vossas almas como quem há
de prestar contas" (HCSB). Os pastores são subpastores, encarregados
a partir da ordenação, chamado para cuidar e levar o rebanho a eles confiado. A
responsabilidade é enorme - mas ainda assim é o privilégio.
2. Um pastor partilha a
vida com os outros e dos outros. O pastor é muitas vezes um dos
primeiros a comemorar um nascimento. Ele está convidado a comemorar
aniversários, formaturas, promoções. . . e o mais importante, a
conversão cristã. Ele fornece um ombro em tempos de dificuldade, e ele
está lá quando a morte ocorre. Que eu saiba, ninguém mais tem esse nível
de oportunidade de caminhar pela vida com os outros.
4. O pastor vê o poder
transformador do evangelho no trabalho. Às vezes, ele é uma das poucas
pessoas que conhecem a história do pecado de outra pessoa - e, portanto, ele
sabe melhor o poder do evangelho. Sim, ele tem visto a tragédia, mas ele
também tem visto famílias restauradas, filhos rebeldes retornam, viciados em
liberdade, os fracos façam mais fortes, e os perdidos redimido.
5. Um pastor tem
oportunidade de aprender com os outros. O pastor é um professor, mas
ele também tem uma congregação que pode ensiná-lo do mesmo modo. Eu consigo
amar as comunidades hoje, porque um líder de comunidade me disse quando era um
jovem pastor, "Se você estiver indo para ser o nosso pregador, é por
que você
deve estar comprometido com as com a palavra e Deus está comprometido
contigo." Outros líderes me mostraram para a importância do trabalho em
pequenos grupos, da visitação, da pregação. O tempo vai passando e os membros
da igreja têm me ensinado ao longo dos anos.
6. O trabalho de um
pastor toca o mundo. O pastor prega a Palavra e pastores das ovelhas - e aquelas
ovelhas compartilhar o evangelho com seus vizinhos e o mundo ao seu redor. Alguns
dão suas vidas ao serviço missionário de tempo integral, e outros servem como
voluntários de curto prazo, uns se envolvem no trabalho de diretoria ou
presbitério, outros na coordenação de grupos, outros participam de grupos, como
grupo de canto, coral, estudo bíblico, OASE... Se o evangelho floresce em
algum lugar hoje, é porque um pastor um
dia desafiou a igreja a levar a sério a Grande Comissão (Mat. 28:
18-20).
7. Os pastores não
trabalham sozinhos. Deus não apenas chama pastores para o papel, mas Ele também os
capacita a cumprir seu chamado por meio de Seu Espírito que neles habita. Deus,
então, constrói a Sua igreja (Mat. 16:18), dando um pastor aos membros do Corpo,
e dando ao pastor membros do Corpo, para andar com ele e servir ao lado dele. O
trabalho pastoral pode ser solitário às vezes, mas pastores nunca estão
sozinhos.
8.
Há sempre um dia melhor por vir. Sem dúvida,
os pastores enfrentam desafios difíceis. A esperança, porém, nunca é
perdida. Os pastores que pregam a fé também tem o privilégio de marchar em
frente com fé. Deus ainda reina, e Ele irá completar Seu plano.
Thursday, June 04, 2015
Wednesday, May 27, 2015
Wednesday, May 20, 2015
Saturday, May 16, 2015
Quatorze principais razões para a quebra da unidade de uma paróquia.
Às vezes temos que enfrentar a realidade de uma doença antes que
estejamos dispostos a procurar tratamento. Por favor, leia a próxima frase
com cuidado. Uma das maiores doenças
em nossas igrejas é a desunião. De fato, muitos dos problemas
que nós pensamos que temos são realmente apenas os sintomas da desagregação da
unidade na igreja.
A igreja primitiva em Jerusalém prosperou porque era muito unida. Atos
2:47 diz: "(Eles estavam) Louvando a Deus, e caindo
na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles
que se haviam de salvar"(Almeida CR). A frase
"na graça de todo o povo" se refere àquelesque estão do lado de fora
olhando para o povo da igreja e seu. Eles viram uma igreja altruísta e
unificada, e assim foram atraídos por ela.
Então, quais são algumas das razões principais que nós estamos vendo o
colapso da unidade em nossas igrejas, paróquias e comunidades? Embora a lista
não é exaustiva, permita-me compartilhar quatorze dessas razões.
1. Fofoca. Os membros da
Igreja falam do próximo em
vez de falar com o próximo. Paulo
chama de membros da igreja que fofoca pessoas "cheios de toda
injustiça" (Romanos 1:29).
2. Ações camufladas na
escuridão. Eu já ouvi de um presbitério e de alguns membros de grupos de paróquia
que trabalhavam nas trevas para “se livrar” um pastor sem nunca se encontrar
com ele primeiro ou dando-lhe razões para sua demissão. E, depois do fato
acontecido, eles se recusaram a responder aos outros membros da paróquia que
estavam fazendo perguntas.
3. Omissão em
enfrentar valentões da igreja. Alguns membros da igreja buscam
o poder em uma igreja eles que eles não podem conseguir obter em outros
lugares. Eles, na maioria das vezes, são desonestos e perigosos. Eles
devem ser confrontados com coragem, mas raramente se tem esta coragem, pois são
formadores de opinião.
4. Membros que só
querem auto-serviço da igreja. Alguns membros da igreja
insistem em obter o seu jeito para tudo, desde o estilo de adoração e louvor,
estilo de liturgia, ordem de culto, de adoração, de organização. Os Membros
da igreja com base bíblica, no entanto, são altruístas e mais preocupados com
os outros.
5. A falta de oração. Uma
comunidade ou paróquia onde não se ora junto é suscetível de fragmentar-se em
grupos de interesses especiais e de grupos
sem intercomunicação. Formam-se ilhas de interesse.
6. O medo do
confronto. Este é muito complicado! Muitas vezes, por vezes demasiadas, os
membros da Igreja preferem varrer os problemas para debaixo do tapete do que
lidar com eles. Temos muitas histórias de presbíteros e de ministros e
ministras com problemas dos mais diversos. Toda a paróquia sabia e
comentava por fora, mas ninguém queria lidar com isso.
7. Adotando o espírito
hipercrítico da cultura hodierna. Esta realidade é especialmente
verdadeira em blogs e mídias sociais. Eu vi muitos pastores que fizeram
ataques ou que foram atacados publicamente no Twitter e Facebook. Os
radicalismos expostos nas mídias sociais que levam pessoas de uma mesma fé se atacar
publicamente. Da mesma forma como devemos nos relacionar amorosamente nas
comunidades precisamos fazê-lo nas mídias sociais!
8. Baixas
expectativas. Muitas igrejas não têm diretrizes claras sobre o que significa ser
uma parte do corpo de Cristo. quando você espera muito pouco dos membros, é
exatamente o que se vai conseguir. E alguns deles vão usar o seu tempo
ocioso para fofocar, criticar e destruir.
9. Sem disciplina na
igreja, paróquias sem planejamento estratégico. As maiorias
das paróquias com as quais tenho familiaridade não têm nenhum processo para planejamento
em longo prazo de suas ações. Na maioria das vezes se age reativamente aos
processos que ocorrem não se procura trabalha-los em um plano de ação que
envolve todos os membros.
10. Igrejas conhecidas
mais por aquilo que são contra e não o que eles estão a fazer. Esta
negatividade se torna onipresente na congregação e destrói a unidade da Igreja.
A igreja é mais conhecida pelas suas proibições do que por seus atos de amor ao
próximo. A lei acaba sendo muito mais forte que o Evangelho.
11. Medo de perder
membros. Comunidades e presbitérios tem se atormentado por um espírito de divisão causada
por um membro em particular que ameaça ir para outra denominação se não fizerem
como este quer. Nenhum membro da diretoria confronta este membro da
comunidade porque não quer perder mais um dos que contribuem financeiramente
para a comunidade.
12. Falha em viver de
acordo com o evangelho. Não existe membro que consiga causar divisão em acordo
com o evangelho. O que vem de Deus não vem para separar, nem dividir. O que leva à divisão são os diversos interesses individuais ou de grupos.
13. Grupos de poder. Muitas vezes
os “valentões da igreja” conseguem formar grupos de aliados para conseguir
poder. Eles podem ser grupos informais, ou eles podem ser grupos formais
como presbíteros, diáconos, funcionários, ou comitês de pessoal.
14. A silenciosa e apavorante
maioria. Um membro da igreja disse que nem sempre é bom saber a verdade. Tal
afirmação não é bíblica e sintomática dos membros que deixam o mal exista,
porque eles têm medo de enfrentá-lo e estes sempre são a maioria da comunidade.
Um dos maiores problemas em nossas paróquias e comunidades é a quebra da
unidade. É insidiosa e debilitante, desanimadora e destrutiva.
Paulo nos exorta "a andar de maneira digna da vocação que
recebemos, com toda a humildade e mansidão, com paciência, aceitar uns aos
outros em amor, diligentemente guardar a unidade do Espírito com a paz que nos
une" (Efésios 4: 1-3 ).
Jesus disse em João 13:35: "Nisto todos conhecerão que sois meus
discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros."
Wednesday, May 06, 2015
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