Blessed bee the unity seekers, for they will be the true Body
of Christ.
With care, love, and gentleness — and just a pinch of
irony
May the Lord bless you and keep you, you who seek unity
with such earnest, beautiful, and occasionally exhausting determination.
May you rejoice before the Lord with all your might —
with harps, lyres, timbrels, sistrums, and cymbals,
as David's whole assembly did —
and may your neighbors forgive the noise,
for unity, it turns out, is seldom quiet.
May you rejoice always, as Paul insists,
pray without ceasing,
and give thanks in all circumstances —
even in the circumstances of that committee meeting,
that family dinner,
that thread you should not have read.
And may you remember the guest who stays for dinner.
Zacchaeus climbed a tree just to see —
small of stature, large of hope —
and Jesus, looking up, did not say
"Come down and we shall discuss your position on the matter."
He said: "Come down. I'm eating at your house tonight."
So may unity find you the way salvation found Zacchaeus:
not as a program, a policy, or a five-point plan,
but as a guest who invites himself in,
eats your food,
meets your questionable friends,
and somehow — gently, ironically, gloriously —
leaves your house holier than he found it.
May you seek unity not by winning the argument
but by setting the table.
May you be found, like Zacchaeus, up a tree of your own anxiety,
and may Christ look up and call you down to dinner.
And when you grumble — as the crowd did, as we all do —
that he has gone to be the guest of that sort of person,
may you hear the quiet answer:
Today salvation has come to this house too.
Rejoice always. Pray without ceasing. Give thanks.
And leave a chair empty for the guest who stays.
Amen. And good night — sleep in heavenly, if slightly
ironic, peace.
Bem-aventurados os que
buscam a unidade, pois eles serão o verdadeiro Corpo de Cristo.
Com
cuidado, amor e gentileza — e uma pitada de ironia
Que o
Senhor te abençoe e te guarde, você que busca a unidade
com uma determinação tão sincera, tão bela e, ocasionalmente, tão cansativa.
Que você se
regozije diante do Senhor com todas as suas forças —
com harpas, liras, tamborins, sistros e címbalos,
como fez toda a assembleia de Davi —
e que seus vizinhos perdoem o barulho,
pois a unidade, ao que parece, raramente é silenciosa.
Que você se
regozije sempre, como Paulo insiste,
ore sem cessar,
e dê graças em todas as circunstâncias —
inclusive nas circunstâncias daquela reunião de comissão,
daquele jantar de família,
daquele comentário que você não deveria ter lido.
E que você
se lembre do hóspede que fica para o jantar.
Zaqueu
subiu numa árvore só para ver —
pequeno de estatura, grande de esperança —
e Jesus, olhando para cima, não disse:
"Desça e discutiremos sua posição sobre o assunto."
Ele disse: "Desça. Hoje vou jantar na sua casa."
Que a
unidade te encontre como a salvação encontrou Zaqueu:
não como um programa, uma política ou um plano de cinco pontos,
mas como um hóspede que se convida sozinho,
come da sua comida,
conhece seus amigos duvidosos
e, de algum modo — gentil, ironicamente, gloriosamente —
deixa sua casa mais santa do que a encontrou.
Que você
busque a unidade não vencendo a discussão,
mas pondo a mesa.
Que você seja encontrado, como Zaqueu, numa árvore da sua própria ansiedade,
e que Cristo olhe para cima e te chame para descer e jantar.
E quando
você murmurar — como a multidão murmurou, como todos nós murmuramos —
que ele foi hóspede de gente daquele tipo,
que você ouça a resposta silenciosa:
Hoje a salvação chegou também a esta casa.
Regozijem-se
sempre. Orem sem cessar. Deem graças.
E deixem uma cadeira vazia para o hóspede que fica.
Amém. E boa noite — durma em paz celestial, ainda que levemente irônica.
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