Wednesday, September 09, 2026

Church blessing with irony on Government control try. In English and Portuguese

A Pastoral Blessing (with a Wink and a Nod)

Given in the Spirit of Grace, Governance, and the Gentle Art of Not Throwing Stones


Beloved of the Most High, you who sit in pews and fill out forms in triplicate,

May the Lord, who keeps meticulous records, look upon your paperwork and find it mostly in order. May your covenants with the government be as ironclad as His covenant with you—though we all know who actually keeps Their promises. Blessed are you who dot every 'i' and cross every 't,' for you shall inherit the tax deduction.

For it is written in the book of the law that the Ammonites and Moabites were forbidden from entering the assembly of God, "even to the tenth generation" (Nehemiah 13:2). But oh, how we love a good loophole! For we are not saved by genealogy, nor by census data, nor by the cleanliness of our attendance rolls. We are saved by the One who was made "a curse for us" (Galatians 3:13)—and if He can turn a curse into a blessing, surely He can turn your annual audit into a mere suggestion.

This is the gentle irony of our faith: that the King of Kings became a Guest of Sinners. And speaking of guests, let us recall Last Sunday’s sermon on the wee little man in the sycamore tree (Luke 19:1-10). Zacchaeus, that vertically challenged collector of imperial coin, who was more acquainted with interest rates than with righteousness. Jesus looked up and said, "Zacchaeus, come down immediately. I must stay at your house today." Not, "Clean your house first." Not, "Get your receipts in order." Not, "Submit to a background check." But simply, "I'm coming to dinner."

And so, dear church, in a world that demands we earn our keep and prove our worth, may you find the holy audacity to come down from your lofty perches of self-justification. May you be as swift to pay back fourfold as Zacchaeus was—but only when the Spirit nudges, not when the IRS demands.

May the church organization that keeps all its obligations remember that its first obligation is not to Caesar, but to the One who ate with outcasts. May we be loving and gentle, not because we are naturally so, but because we have been hosted by a Grace that stays for dinner—and never leaves.

So go forth, gentle souls. Pay your taxes, but trust in the Treasury of Heaven. Keep your records, but know you are written in the Lamb's Book of Life—no photocopies required. And when the government asks for your pound of flesh, smile sweetly and remember: He already paid the ultimate price.

And for heaven's sake, if Jesus invites Himself to your house today, don't ask Him for His ID. Just set an extra plate.

In the name of the Father, who keeps the books; the Son, who paid the balance; and the Holy Spirit, who audits our hearts with terrifying mercy.

Amen. (And may your coffee hour be longer than your committee meeting.)

Uma Bênção Pastoral (com uma piscadela e um Aceno)

Dada no Espírito da Graça, da Governança e da Gentil Arte de Não Atirar Pedras


Amados do Altíssimo, vós que vos sentais nos bancos da igreja e preencheis formulários em três vias,

Que o Senhor, que mantém registros meticulosos, olhe para vossa papelada e a encontre razoavelmente em ordem. Que vossos convênios com o governo sejam tão sólidos quanto o convênio Dele convosco — embora todos nós saibamos quem realmente cumpre Suas promessas. Bem-aventurados sois vós que colocais cada ponto nos 'is' e cada traço nos 'tis', porque herdareis a dedução fiscal.

Porque está escrito na lei que os amonitas e os moabitas foram proibidos de entrar na assembleia de Deus, "até a décima geração" (Neemias 13:2). Mas oh, como amamos uma boa brecha! Pois não somos salvos pela genealogia, nem pelos dados do censo, nem pela limpeza das nossas listas de frequência. Somos salvos por Aquele que se fez "maldição por nós" (Gálatas 3:13) — e se Ele pode transformar maldição em bênção, certamente pode transformar vossa auditoria anual em mera sugestão.

Eis a doce ironia da nossa fé: que o Rei dos Reis se tornou Hóspede dos Pecadores. E falando em hóspedes, recordemos o sermão de domingo passado sobre o homenzinho na figueira-brava (Lucas 19.1-10). Zaqueu, aquele publicano de estatura reduzida e colecionador de moedas imperiais, mais familiarizado com taxas de juros do que com justiça. Jesus levantou os olhos e disse: "Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa." Não: "Limpa tua casa primeiro." Não: "Coloca teus recibos em ordem." Não: "Submete-te a uma verificação de antecedentes." Mas simplesmente: "Eu vou jantar aí."

E assim, querida igreja, num mundo que exige que mereçamos nosso lugar e provemos nosso valor, que tenhais a santa audácia de descer de vossos altos poleiros de autojustificação. Que sejais tão rápidos em restituir quatro vezes mais quanto Zaqueu foi — mas somente quando o Espírito soprar, não quando a Receita Federal exigir.

Que a organização eclesiástica que cumpre todas as suas obrigações se lembre de que sua primeira obrigação não é com César, mas com Aquele que comeu com excluídos. Que sejamos amorosos e gentis, não porque sejamos naturalmente assim, mas porque fomos hospedados por uma Graça que fica para o jantar — e nunca vai embora.

Portanto, ide em frente, almas gentis. Pagai vossos impostos, mas confiai no Tesouro do Céu. Guardai vossos registros, mas sabei que estais escritos no Livro da Vida do Cordeiro — sem necessidade de cópias autenticadas. E quando o governo pedir vossa carne e sangue, sorri docemente e lembrai: Ele já pagou o preço final.

E, pelo amor de Deus, se Jesus se convidar para vossa casa hoje, não peçais a identidade Dele. Apenas ponham um prato extra.

Em nome do Pai, que mantém os livros; do Filho, que quitou a dívida; e do Espírito Santo, que audita nossos corações com misericórdia aterrorizante.

Amém. (E que vosso café comunitário dure mais que a reunião da comissão.)

 


 


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